CONCEITO DE CONHECIMENTO – tema de monografias ou tcc

March 13, 2008

O conhecimento é a união da potência cognoscitiva com a coisa conocível; é o entendimento das coisas e é também o corpo de coisas que deve saber o indivíduo segundo sua idade e seu grau de educação atingido.

Por Alpha Monografias Prontas – Suporte em Monografia de conhecimento e epistemologia

Há correlação com o termo saber, pois é um conjunto de saberes adquiridos mediante a instrução e a educação. Einstein assinalou que não existe conhecimento sem experiência.

Para Aristóteles o conhecer uma coisa era reduzi-la a suas causas. Por exemplo, conheces-se o que é o Big Bang, mas não sabemos que e por que o causou, isto é, ignoramos a causa última.

Em Kant, todo conhecimento racional é material ou formal. O conhecimento racional material vai referir sempre a objetos; enquanto o formal se ocupa unicamente da forma do entendimento e de suas regras a priori.

Em educação podemos encontrar ao menos cinco tipos de causas:

1 . Causa formal: como os conteúdos culturais

2 . Causa material: Como a capacidade biológica que determina a aprendizagem,

3 . Causa eficiente: como a assimilação asa sociedade ou a transmissão cultural

4 . Causa instrumental: como a escola, os computadores, os textos, os professores.

5 . Causa final: a habilitação do indivíduo como membro pleno da sociedade.

O ramo da filosofia que estuda o conhecimento é a gnosiologia e o problema essencial sobre o que trata de refletir é o relativo ao alcance e validez do conhecimento. Portanto o tema central se relaciona com a verdade do que se sabe e esta por sua vez com a certeza que dá a ciência.

Para o ilustre filósofo Mario Bunge, a ciência tenta descrever os fatos tais como são, independentemente de seu valor emocional ou comercial: a ciência não poetiza os fatos nem os vende, conquanto suas façanhas são uma fonte de poesia e de negócios. Em todos os campos, a ciência começa estabelecendo os fatos; isto requer curiosidade impessoal, desconfiança pela opinião prevalecente, e sensibilidade à novidade.

Os enunciados fáticos confirmados se chamam usualmente “dados empíricos”; obtêm-se com ajuda de teorias (por esquemáticas que sejam) e são por sua vez a matéria prima da elaboração teórica.

Outro problema se relaciona com o uso que se dá ao conhecimento. Por exemplo, o conhecimento que proporciona a ciência não tem problema moral algum: pesquisa-se por chegar à verdade. Ao contrário, a técnica que aplica o conhecimento pode estar sujeita à moral pois não duvidamos em que há conhecimentos que podem ter efeitos perigosos para a humanidade.

Neste contexto, os conhecimentos que levam a desentranhar a divisão do átomo não têm nenhum questionamento moral; já se se aplicam para fabricar uma bomba atômica para lançá-la numa cidade há um grave problema moral adjunto. Daí vem a teoria da responsabilidade, magistralmente manejada por Hans Jonas, que nos fala que a do técnico é também com as gerações vindouras; é uma responsabilidade de futuro.

Os estudantes, de qualquer nível educacional, devem ser ensinados que o conhecimento humano é importante, mas deve estar acompanhado de uma gestão moral que deve vir não somente dos cientistas, senão que de toda a comunidade

. Verdade e aplicação moral constituem a ética do conhecer. Para o educador responsável, o conhecimento científico deve integrar-se com outros conceitos relacionados, como a certeza e a simples opinião, a evidência, a dúvida e a fé, porque a aprendizagem se dá dentro dos paradigmas em que se move o indivíduo, porque este assimila os novos conhecimentos dentro de seu meio cultural. Há quem ensina baseado num conhecimento rigorosamente adquirido e aplicado; outros falam baseados somente na opinião. Recordemos que já os gregos tinham criado os termos episteme, para o conhecimento verdadeiro e doxa para a simples opinião.

A partir do time de desenvolvimento de monografia sobre conhecimento e epistemologia – Monografia AC

O problema está em que o jovem estudante não tem parâmetros para distinguir a certeza da incerteza; o verdadeiro do falso e o que está baseado na experiência ou é fruto da opinião pessoal, sujeita ao erro. Por isso o professor deve ensinar os critérios para valer e como aplicá-los na vida diária, repleta de informação acrítica e que requer da reflexão adequada; o docente sempre sabe que o conhecimento científico transcende aos fatos e que vai além deles. Como assinala Bunge, O conhecimento científico transcende os fatos: descarta os fatos, produz novos fatos, e os explica.

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